domingo, 11 de março de 2007

CONVOCATÓRIA


Ao abrigo dos Estatutos Nacionais da JSD e Regulamentos aplicáveis, convoca-se o Plenário da Secção de PONTE DA BARCA para reunir no dia 17 de Março de 2007, pelas 21:00 em Sede Concelhia do PSD, sita na Rua Condes da Folgosa, com a seguinte Ordem de Trabalhos:


Ponto Único – Eleição dos Delegados ao XIX Congresso Nacional da JSD.


Notas:


- As urnas estarão abertas pelo período de 1H30M;


- As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente de Mesa ou a quem o substitua estatutariamente, na/no Sede Concelhia do PSD, até às 24h do terceiro dia anterior ao acto eleitoral.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

100% UNIDOS!!


Milhares de pessoas encheram esta quarta-feira as ruas de Arcos de Valdevez numa manifestação de protesto sem precedentes no concelho. População e autarcas, de Arcos de Valdevez e do concelho vizinho de Ponte da Barca recusam o encerramento das urgências no centro de saúde e a transferência do serviço para Ponte de Lima.
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A Comissão Técnica de Apoio ao Processo de Requalificação das Urgências apresentou recentemente uma proposta que, no caso do Alto Minho, aponta para um serviço de urgência médico-cirúrgico no Hospital de Viana do Castelo e dois serviços de urgência básica (SUB), um em Ponte de Lima e outro em Monção.
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"Porquê um SUB em Ponte de Lima, quando este concelho está a apenas 20 quilómetros de distância do Hospital de Viana do Castelo?", insurgiu-se Rui Aguiam.
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O presidente da Câmara de Arcos de Valdevez, Francisco Araújo, também já manifestou "total e veemente oposição" à alegada pretensão do Governo de encerrar as Urgências do centro de saúde local.
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"É uma medida inaceitável, incompreensível e extremamente lesiva dos interesses dos cerca de 25 mil habitantes do concelho, pelo que faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para evitar que ela seja posta em prática", referiu à Lusa o autarca de Arcos de Valdevez.
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Francisco Araújo criticou ainda que os responsáveis do Ministério da Saúde tomem decisões "sentados num qualquer gabinete" no Terreiro do Paço, "sem conhecer verdadeiramente a realidade no terreno".
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Para Francisco Araújo, o encerramento das Urgências de Arcos de Valdevez significaria "um duro golpe" para aquela região do interior e "um total desrespeito" pelas suas populações."As políticas de coesão nacional e de discriminação positiva das regiões mais desfavorecidas são, cada vez mais, ideias que pertencem ao passado", sustentou, sublinhando "o direito à indignação" da população do concelho.
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A manifestação contou também com a adesão dos habitantes de Ponte da Barca, que actualmente se socorrem nas Urgências de Arcos de Valdevez.
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"Caso se verifique o encerramento do serviço de urgências de Arcos de Valdevez, a população de Ponte da Barca irá ser fortemente afectada", tendo esta opinião sido manifestada por José Alfredo de Oliveira, autarca do Concelho de Ponte da Barca: "a confirmaren-se as informações acerca do encerramento dos serviçoes de urgência de Arcos de Valdevez e de Ponte da Barca, são prova da mais grave irresponsabilidade por parte do actual governo, e da maior falta de verdade por parte do actual executivo camarário de Ponte da Barca, uma vez que foi afirmado em AM que não iriamos ver no concelho o encerramento dos SAP".
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«Querem fechar as urgências num centro de saúde que tem todas as condições e mandarem-nos para um contentor», insurgiu-se Olegário Gonçalves, outro dos mentores do protesto.
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Segundo Rui Aguiam, um dos promotores da manifestação, os números da adesão podem ser aferidos pelas 3000 t´shirts pretas, com a palavra 'Não' gravada, que foram distribuídas pelos presentes e que rapidamente esgotaram, «não tendo chegado, nem de longe nem de perto, para as encomendas».

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No local, foram ainda distribuídos panfletos com fotografias comparativas das condições do Centro de Saúde de Arcos de Valdevez e do Centro de Saúde de Ponte de Lima, para onde serão transferidos os doentes daquele concelho no caso das urgências locais fecharem.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

IV Debate Nacional


"Portugal e o Mar: um desígnio nacional?"

Oradores:

Pedro Norton e Tiago Pitta e Cunha

Com a presença de Luís Marques Mendes

Viana do Castelo Hotel Viana Sol-21h30

domingo, 25 de fevereiro de 2007

A Manuel Parada a Biblioteca Municipal!!

Em sessão órdinaria da Assembleia Municipal, o Presidente da JSD de Ponte da Barca e Deputado na Assembleia Municipal de Ponte da Barca José Alfredo Oliveira, propôs à Assembleia Municipal que, em homenagem ao Poeta Manuel Parada, fosse atribuido o seu nome à futura Biblioteca Municipal:
Assembleia Municipal de Ponte da Barca
Grupo Parlamentar do PSD

O DEPUTADO JOSÉ ALFREDO OLIVEIRA
GRUPO PARLAMENTAR PSD NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL


“Exmo. Sr. Presidente da Mesa;
Exmos. Membros da Mesa;
Exmo. Sr. Presidente da Câmara;
Exmos. Srs. Vereadores;
Srs. Deputados
Caro público presente

Tudo que pudéssemos vir dizer ou a pensar dizer neste hemiciclo sobre Manuel Parada resvalaria em tudo que já foi dito e pensado por todos os barquenses. Porém não podemos deixar em silêncio o lamento que nos vai na alma e chorar uma vez mais a perda de um Amigo desta Terra.

Pessoalmente, não me foi concedido o privilégio de privar com ele muitas vezes, mas a sua obra é sobejamente aliciante até para nós os mais jovens.
Foi sem dúvida alguma, a pessoa que na sua forma escrita mais enalteceu e dignificou o concelho de Ponte da Barca. Os seus sentidos versos ao nosso concelho, foram ao longo dos anos transponíveis para além fronteiras quer através da sua obra escrita quer através dela mesma adaptada ao nosso riquíssimo folclore.

Mas como atrás referi, tudo que agora possa dizer ou aclamar é dejá vu e, como sabemos ser o sentir de todos os barquenses vimos propor que lhe seja dada a última e eterna homenagem.

Sendo assim,
proponho ao executivo e à Assembleia, que a futura Biblioteca Municipal se chame Biblioteca Manuel Parada.

Não será certamente uma homenagem ao Homem mas sim uma homenagem a todos os verdadeiros barquenses.

Muito Obrigado.”


O DEPUTADO MUNICIPAL, ELEITO PELO PSD
JOSÉ ALFREDO DE OLIVEIRA

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

sábado, 3 de fevereiro de 2007

CAMPANHA DE APELO AO VOTO



Como a JSD de Ponte da Barca havia definido em comunicado pioneiro, a nossa preocupação neste referendo não iria incidir na questão do Sim ou do Não, mas em baixar a taxa de abstenção. Para tal objectivo ser alcançado, a JSD de Ponte da Barca, com os recursos económicos disponiveis, tem vindo a realizar uma campanha de apelo ao voto "VOTA SIM, VOTA NÃO...MAS VOTA" como slogan, por todo o Concelho de Ponte da Barca, sobretudo junto dos establecimentos de ensino, onde fora realizada uma campanha prévia de recenseamento eleitoral, para que no Domingo, dia 11 Fevereiro a adesão às urnas fosse maior por parte da camada jovem.
Contamos "ver" o teu Voto no Domingo. Se Sim ou Não, isso é contigo, mas Vota!!!



Em Conselho Nacional da JSD, reunido a 27 de Janeiro na cidade de Chaves, determinou-se que o XIX Congresso Nacional da JSD reunirá nos dias 20, 21 e 22 de Abril de 2007 em Espinho.
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Ao abrigo dos Estatutos Nacionais do JSD e dos Regulamentos aplicáveis, convocam-se os militantes, para reunirem e fim de eleger os Delegados ao XIX Congresso Nacional da JSD.
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As listas candidatas deverão ser entregues ao Presidente da Mesa da Assembleia de Secção ou a quem o substitua estatutariamente, até às 24h00 do terceiro dia anterior ao acto eleitoral.
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AS CONVOCATÓRIAS DEVERÃO SER ENVIADAS PARA A SEDE NACIONAL DA JSD ATÉ AO DIA 5 de Fevereiro de 2007.
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A JSD de Ponte da Barca ser representada por 1 (um) Delegado no XIX Congresso Nacional da JSD.

sexta-feira, 12 de janeiro de 2007

COMUNICADO - REFERENDO IVG

A Juventude Social Democrata de Ponte da Barca, vem por este meio comunicar a sua posição relativamente à proposta de referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez até às 10 semanas, aprovada na Assembleia da Republica.

Após aprovação, por parte da Assembleia da Republica, da proposta de referendo sobre a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, e depois de o Sr. Presidente da República ter enviado a matéria em causa para apreciação por parte do Tribunal Constitucional, tendo-se este reunido e declarado a favor da sua constitucionalidade, o referendo prosseguirá normalmente nos trâmites legais, estando este agendado para dia 11 de Fevereiro.

Desde o referendo de 1998 que os partidos da esquerda portuguesa, evidenciando um comportamento democrático bastante sui generis, se preocuparam em diminuir o resultado desse referendo.

Desde então que vêm fazendo pressão no sentido da alteração à lei em vigor: uns defendiam a convocação de novo referendo, outros defendiam uma iniciativa legislativa da própria Assembleia da República.

Apesar do resultado não vinculativo do referendo, o Governo em funções optou por seguir a indicação não vinculativa do mesmo. Hoje parecem criadas as condições para um novo referendo sobre a despenalização do aborto até às 10 semanas.

No nosso entender, o agendamento político desta questão insere-se perfeitamente numa óbvia estratégia de gestão do mediatismo governativo, a que começamos a habituar-nos, mas com o qual não pactuaremos.

Interessa ao Sr. Primeiro-Ministro desviar a atenção do essencial, para focá-la no acessório.

Interessa falar de despenalização do aborto para não se falar do crescente clima de conflitualidade social, fruto da forma arrogante e quase ditatorial como o Governo Socialista implementa certas reformas;

Interessa falar de despenalização do aborto, para diminuir o debate sobre a nova Lei de Finanças Locais, que dará um violento golpe no normal funcionamento do Poder Autárquico;

Interessa falar de despenalização do aborto, de forma a evitar uma atenção em relação ao abandono dos emigrantes portugueses no estrangeiro, por parte do Governo português, que vai fechando os seus consulados.

Interessa falar de despenalização do aborto, para fazer esquecer as trapalhadas governativas, de que são exemplos recentes o caso do Secretário de Estado da Educação no ultimato inaceitável que fez aos sindicatos e o do seu congénere da Economia sobre o aumento da electricidade.

No entanto, a posição da JSD de Ponte da Barca é muito clara e mantém-se igual à do último referendo sobre esta matéria.

Para a JSD de Ponte da Barca, a posição sobre a despenalização do aborto é uma questão de consciência individual, que será tomada por cada um tendo em consideração a própria formação pessoal e a estruturação da pirâmide de valores de cada cidadão.

Não tomaremos partido pelo “sim” ou pelo “não” no próximo referendo. Cabe a cada cidadão tomar uma posição consciente sobre o tema.

Por isso nos parece inaceitável que se tente partidarizar o debate da questão, para se obter proveitos políticos de um referendo que incide sobre uma questão claramente moral e ética.

A JSD de Ponte da Barca irá sim, fazer apelo ao voto. Entendemos que, o voto para além de ser um direito constitucionalmente salvaguardado, é um dever dos cidadãos.

Independentemente de ganhar o “sim” ou o “não”, é mais importante ver a taxa de abstenção diminuir.

É importante fazer o debate sobre a despenalização do aborto até às 10 semanas. Mas importa fazê-lo de uma forma apartidária, dando condições e espaço à sociedade para o fazer por si só.



A Comissão Política da JSD de Ponte da Barca