terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Uma nova Europa...à Portuguesa!


A União Europeia é uma espécie de jogo cujas regras foram estabelecidas para um determinado número de jogadores (países). Novos jogadores implicaram novas regras. É o que o Tratado de Lisboa determina a partir de hoje.

Em 2004, a União Europeia (UE) - que começou em 1957 com apenas seis países -, acolheu mais dez novos Estados-membros, um alargamento histórico que transformou a UE num território político e económico de 25 países e 450 milhões de cidadãos. No ano seguinte, houve a pré-adesão da Bulgária e da Roménia, que passaram a integrar oficialmente a UE no início de 2007. Previsivelmente, as regras que antes serviam seis ou 15 ou 25 países deixaram de ser suficientes.

O Tratado de Lisboa é a reforma de um documento que bastou até 2004; é a reforma da Constituição Europeia que, na altura, também já foi assinada com o objectivo de simplificar a vida de quem pertence à UE, seja através de leis, tratados ou protocolos. Este novo Tratado - não por acaso, também designado Tratado Reformador - leva mais longe um exercício que, de forma simplificada, passa por colocar 27 países a falar a mesma linguagem jurídica.

Paralelamente, este acordo, ratificado a 19 de Outubro de 2007, torna a UE num território mais forte, não só para dentro, mas sobretudo para fora, para o exterior. O próprio presidente da República, Cavaco Silva, sublinhou a importância do Tratado de Lisboa, alegando que só assim a Europa poderá ter "uma voz forte e unida", tornando-se "mais ouvida".

De resto, essa é a principal missão de Espanha que, no primeiro semestre do próximo ano, irá assumir a presidência da UE, tendo de confrontar-se com a crise económica, os debates sobre a reforma do modelo produtivo, a complexa agenda internacional, o debate ambiental e as novas adesões. E se o primeiro-ministro espanhol, Luis Zapatero, já afirmou que o Tratado deve ser uma nova energia para a Europa, o chefe da diplomacia, Angel Moratinos, já sugeriu que a UE deveria estudar a possibilidade de criar um G-3, com os Estados Unidos e a China, para aspirar a ser um actor global de peso em política externa. (JN)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Comunicado


A Comissão Política da JSD de Ponte da Barca, sempre sustentada pela coerência e pensamento próprio que defende e preconiza, comunica que:

O Governo do Partido Socialista prometeu, por várias vezes, a criação de cento e cinquenta mil empregos aos jovens licenciados desempregados, sendo que ao fim de cinco anos o Partido Socialista já demonstrou que não só não assumiu e não assumirá o compromisso afirmado nas campanhas eleitorais, como se demonstrou incapaz para diminuir a taxa de desemprego jovem em Portugal.

O Governo defraudou as expectativas dos jovens não tendo desenvolvido qualquer política efectiva de combate ao desemprego jovem. Acresce, que ao invés de se ter verificado uma diminuição efectiva da taxa de desemprego, verificou-se um alarmante aumento da mesma.

Considerando estes factos, a JSD Ponte da Barca não pode ficar indiferente aos limites levantados pelo actual executuvo socialista à iniciativa empresarial dos jovens barquenses assim como à sua fixação no nosso Concelho, limites esses consagrados, entre outros, na fixação de 3% da percentagem de participação variavel no Imposto sobre o Rendimento Singular (IRS) assim como na fixação da DERRAMA em 1,5% sobre o lucro tributável sujeiro e não isento de IRC.

Consideramos que estas medidas propostas pela Câmara Municipal e levadas a Assembleia Municipal – as quais apenas contaram com os votos favoraveis do PS – apenas vem prejudicar os jovens barquenses e lesar, em muito, o futuro do concelho de Ponte da Barca, pois os jovens não encontram no seu concelho qualquer incentivo no domínio do empreendedorismo.

É determinante que tenhamos a consciência que a capacidade de assumir riscos e o espírito empreendedor dos jovens tem de ser estimulado e desenvolvido, pelo que caberá também às Autarquias crias esses incentivos e não o contrário, como é infelizmente exemplo o executivo socialista barquense.

Ponte da Barca é o único concelho a não ter um parque indústrial. Ponte da Barca, é sim, dos concelhos onde a Câmara Municipal surge como maior instituição empregadora, deixando para segundo plano a iniciativa empresarial e o desenvolvimento sustentável do concelho.

A JSD Ponte da Barca propôs e continuará a defender, em reunião do Conselho Municipal de Juventude, a criação do “Gabinete do Jovem Empreendedor”, um apoio municipal que em muito iria contribuir para a dinamização da actividade económica local, promovendo o aparecimento de novas iniciativas empresariais, apoiando os jovens empreendedores e a expansão das suas iniciativas empresariais, procurando assim estimular projectos geradores de emprego.

A JSD Ponte da Barca continuará, como até agora esteve, atenta a todas as questões que ao futuro dos jovens barquenses digam respeito, não deixando de lamentar o facto de os jovens barquenses serem obrigados a sair do seu Concelho quando este tem capacidade própria para criar e suster iniciativas empresariais que, por sua vez, viriam a criar emprego em Ponte da Barca.

A Comissão Política da JSD Ponte da Barca
Ponte da Barca, 22 de Novembro de 2009

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Por um Ensino Superior de Qualidade!

As alterações legislativas relativas à Acção Social têm levado a um sistema de apoio social cada vez mais desequilibrado, injusto e que, infelizmente, não consegue chegar a todos os estudantes

...por isso vem a Lisboa dizer que queres uma acção social mais justa 
 


Os sucessivos cortes orçamentais sufocam o ensino superior português. O Governo penaliza todas as universidades. Distribui mal o pouco que atribui às universidades. A tua Universidade não consegue ser melhor.

...por isso vem a Lisboa dizer que queres mais investimento no Ensino Superior


O Ensino Superior Português está longe de Bolonha. Onde está o ensino tutorial? Onde estão os incentivos e apoios à mobilidade internacional dos estudantes? Onde está a tão propalada rápida inserção no mercado de trabalho dos recém-licenciados?

...por isso vem a Lisboa dizer que queres um ensino superior de qualidade
 


por tudo isto "VEM JUNTAR-TE PELO ENSINO SUPERIOR"

por tudo isto VEM A LISBOA NO DIA 17 (Terça-feira)

Concentrados pelas 15h00 na Alameda da Cidade Universitária, os estudantes marcharão até ao Palácio das Laranjeiras, sede do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, em demonstração do sentimento e da vontade de estarem juntos pelo Ensino Superior de Qualidade.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

José Alfredo Oliveira, Conselheiro Nacional da Juventude Social Democrata, considerou, a propósito das declarações do Presidente da Câmara Municpal de Viana do Castelo ao JN, que o Concelho de Viana do Castelo “poderá prescindir de andar à procura de apoios de outras autarquias na luta contra a colocação de portagens na A28 quando, à partida, tem direito a uma posição unânime por parte dos seus parceiros autárquicos caso Viana ocupasse o seu legítimo lugar na CIM Minho-Lima”.
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Para o jovem Deputado do PSD na Assembleia Municipal de Ponte da Barca, “a colocação de portagens na A28 apresentará um sério revés no desenvolvimento económico do Distrito de Viana do Castelo, pelo que a inclusão do Município de Viana do Castelo na Comunidade Intermunicipal Minho-Lima apresentar-se-ia como uma salvaguarda ao desenvolvimento da nossa região, assim como um juntar de forças na salvaguarda do futuro e dos interesses da juventude do Distrito, em que caso a proposta do Governo tenha luz verde, colocará em causa qualquer projecto que os jovens tenham implementado ou que venha a implementar no distrito de Viana do Castelo”

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Depois do PSD apresentar...finalmente CIM!



Quem o diz é o José Maria Costa, o novo Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo referindo-se, concretamente, à integração do Concelho de Viana do Castelo na Comunidade Intermunicipal (CIM) Minho-Lima, uma proposta apresentada pelo PSD, nomeadamente pelo Vereador António Carvalho Martins, que fora transformada em questão de referendo municipal e sistematicamente rejeitada pelo Partido Socialista de Viana do Castelo...até agora!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Digestão da Maizena do PSD...

A proposta para a criação de um Programa Erasmus para o primeiro Emprego, uma ambição dos eurodeputados social-democratas, foi aprovada esta quinta-feira no Parlamento Europeu.

O PSD e Paulo Rangel alcançam assim uma enorme vitória. A bem dos jovens e demonstram que o Parlamento Europeu pode ser um lugar que influencia a vida das pessoas.

Uma dúvida. Será que os eurodeputados andaram a comer Papa Myzena desde que tomaram posse? (@PL)

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

sábado, 3 de outubro de 2009

CDS-PP NÃO APOIA CANDIDATURA DO PS EM PONTE DA BARCA!!

O presidente do CDS/PP de Viana do Castelo anunciou hoje que o partido vai avançar com uma queixa crime contra o que diz ser o anterior líder da concelhia de Ponte da Barca, por uso "abusivo" do nome do partido.

Em causa está um comunicado apelando ao voto no PS nas autárquicas em Ponte da Barca, assinado pela Comissão Política Concelhia local do CDS-PP, liderada por Nelson Armada.
"Esse indivíduo [Nelson Armada] já nem sequer é militante do CDS-PP, estando assim a usar abusivamente o nome do partido. E vai ter de responder por isso no local próprio", referiu à Lusa o líder da Distrital democrata-cristã, Abel Baptista.

Segundo este responsável, Nelson Armada deixou de ser militante do partido "a partir do momento em que, ao contrário do que tinha prometido, não apresentou qualquer lista do CDS-PP para as autárquicas em Ponte da Barca e, pior do que isso, apareceu depois integrado na lista socialista".

Contactado pela Lusa, Nelson Armada garantiu que ainda ninguém que comunicou que tinha deixado de ser militante ou líder da Concelhia.

"Quando o deputado Daniel Campelo viabilizou um Orçamento de Estado, também deixou de ser militante ou presidente da Câmara de Ponte de Lima? Salvo as devidas proporções, esta situação é em tudo idêntica", referiu Nelson Armada. (LOL)

Disse ainda que o apoio do CDS-PP de Ponte da Barca ao PS "não é virgem, antes é uma repetição do que aconteceu há quatro anos".

O líder da Distrital do CDS-PP garantiu, em comunicado, que "o partido não apoia nenhuma candidatura socialista aos órgãos autárquicos da Ponte da Barca" e apelou "a todos aqueles que se identificam com o ideário democrata-cristão que não votem nas listas do PS, seja para a Câmara Municipal, seja para a Assembleia Municipal, seja para as Assembleias de Freguesia"
"Os socialistas são os nossos adversários, não são os nossos parceiros, por isso nunca poderemos apoiar socialistas. Os nossos parceiros naturais são outros, os nossos parceiros de coligações sempre foram partidos próximos de nossa área política e é com esses que fizemos coligações", acrescentou, referindo o exemplo de Viana do Castelo, com a coligação PSD/CDS-PP.

"Em Ponte da Barca, o CDS-PP não concorre às eleições autárquicas por responsabilidade exclusiva de um indivíduo que traiu a confiança dos militantes, e estes não devem deixar de participar nas eleições e, pelo menos, contribuir para derrotar a gestão socialista do município", rematou.