sexta-feira, 9 de abril de 2010
quinta-feira, 8 de abril de 2010
DESAFIOS: (PARA) UM NOVO PORTUGAL

terça-feira, 30 de março de 2010
DEPUTADOS DA CIM ALTO MINHO APROVAM GRUPO PARA CRIAR “CONSELHO INTERMUNICIPAL DA JUVENTUDE”
A Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho aprovou, por unanimidade na sua primeira reunião, uma proposta apresentada pelo Grupo Intermunicipal do PSD, com vista à criação do primeiro “Conselho Intermunicipal da Juventude da CIM Alto Minho”.
Durante a Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho, que decorreu na passada segunda-feira em Viana do Castelo, foi apresentada uma proposta para a constituiçao de um grupo de trabalho no seio dos deputados para acompanhar a criação deste mecanismo de ligação da Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima aos jovens altominhotos.
Segundo José Alfredo Oliveira, deputado na Assembleia Intermunicipal “a CIM Alto Minho é, sem dúvidas, uma Comunidade Intermunicipal rica por natureza: pelas gentes que representa, pelas tradições que defende e aclama, pela riqueza única da região que representa, pelo que a sua relação com os mais jovens deverá ser reforçada”.
“No entanto a Cim Alto Minho também se destaca por ser uma Comunidade pioneira em muitas e importantes áreas para o desenvolvimento e para o futuro da nossa região, podendo então ser igualmente pioneira no que diz respeito à criação de mecanismos que proporcionem aos jovens minhotos oportunidades de participação nas decisões que lhes dizem respeito, fomentando o exercício de uma cidadania activa e consolidando a própria democracia representativa, afirmando assim a cada vez maior importância da CIM Alto Minho” afirma.
Para o Presidente da JSD Ponte da Barca “a constituição do grupo de trabalho terá por objectivo a criação do “Conselho Intermunicipal de Juventude da CIM Alto Minho”, um órgão supramunicipal de consulta que irá auxiliar a Comunidade no reforço da sua ligação com os jovens do Distrito de Viana e onde possam ser representados, por exemplo, representantes dos Conselhos Municipais de Juventude de cada concelho, os institutos públicos de administração indirecta do Estado, de associações juvenis que prossigam objectivos supramunicipais, as estruturas políticas de juventude do nosso distrito, entre muitas outras que possam dar o seu contributo no reforço da participação cívica e política dos jovens altominhotos na construção de um melhor e maior futuro para a sua região”.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Afirmar Ponte da Barca´10 – Geração de Mudança!
A moção “Afirmar Ponte da Barca´10 – Geração de Mudança” foi a escolhida pelos militantes da JSD Ponte da Barca, tendo José Alfredo Oliveira sido reeleito para mais um mandato à frente da Comissão Política da Juventude Social Democrata de Ponte da Barca. Olga Cerqueira sucede a Osvaldo Gomes para a Presidência da Mesa do Plenário de Ponte da Barca.
No acto eleitoral, que decorreu no último sábado na freguesia de Touvedo S. Lourenço seguido da eleição de Pedro Passos Coelho para Presidente da Comissão Política Nacional do PSD, que ficou marcado por uma grande participação dos militantes inscritos nos cadernos eleitorais, a lista A e lista única, obteve um claro “SIM” à continuação
do trabalho e ao projecto para a JSD e para o futuro do Concelho.
Segundo José Alfredo Oliveira “Há três ideias fundamentais que todos temos presente sempre que falamos da JSD e do futuro de Ponte da Barca: confiança, determinação e, sobretudo, esperança.”
“Confiança, porque desde o primeiro dia em que assumimos os destinos da JSD de Ponte da Barca, entendemos que esta é a verdadeira e a única estrutura política de juventude que representa os jovens de Ponte da Barca. Ouvimos os jovens barquenses, os seus problemas e anseios, mas mais do que isso, sempre demos respostas, nunca deixamos um jovem barquense sem resposta ou solução”.
“Determinação na nossa conduta política. Afirmamos a JSD perante todos como estrutura política de jovens onde todos os dias se afirmam valores tão importantes como a seriedade, credibilidade e, sobretudo, responsabilidade. Numa altura em que todos julgam que a juventude está afastada da classe política, em que os jovens não estão interessados na sua participação cívica, damos cartas na afirmação da JSD enquanto estrutura de jovens que participam na construção de um futuro melhor para o seu concelho, para o nosso concelho. Estamos, sem qualquer dúvida, na linha da frente enquanto jovens que querem afirmar Ponte da Barca como um concelho com futuro, levando a cabo uma oposição séria e construtiva, apresentando propostas e soluções para os problemas que aos mais jovens dizem respeito”.
“Esperança, porque acreditamos no nosso concelho. A JSD é liderante no que respeita à afirmação de Ponte da Barca. Conquistamos o mais importante: o respeito e a confiança dos barquenses, a base de todo e qualquer projecto de futuro, pelo que é determinante para que continuemos o nosso camnho de afirmar a JSD e de afirmar o nosso concelho.”
No entender da equipa que lidera e “Volvido este mandato acreditamos que as palavras que melhor caracterizam a JSD Ponte da Barca são, sobretudo duas: presença e futuro. A JSD esteve, está e estará presente, ao lado dos autarcas do PSD, dos Presidentes de Junta, dos Deputados Municipais e dos seus Vereadores. Está presente nos órgãos de soberania, nomeadamente na Assembleia Municipal e agora, pela primeira vez, na Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Minho Lima, reforçando assim a nossa liderança enquanto estrutura que verdadeiramente representa e defende os interesses e o futuro dos jovens barquenses. Está presente nos mais variados orgãos internos da JSD e do PSD, em concreto, na Assembleia Distrital do PSD de Viana do Castelo, no Conselho Distrital da JSD Alto Minho e no Conselho Nacional da JSD. Mas mais do que isso, está e estará sempre ao lado do jovens de Ponte da Barca e aí continuará a estar, autónoma e irreverente”.
Na agenda da nova Comissão Política está, entre outras, a sede da JSD Ponte da Barca e a criação de um “Conselho Geral”, uma estrutura de consulta da Comissão Política da JSD composta por jovens representantes de todas as freguesias do Concelho, em que o objectivo uma intervenção mais rápida e efizicaz aos problemas que se colocam aos jovens barquenses.
sábado, 27 de março de 2010
Pedro Passos Coelho é o novo Presidente do PSD!

"A minha primeira preocupação vai ser a de unir o PSD e estou convencido de que os resultados inequívocos que estão patentes permitirão com certeza - de acordo, de resto, com as declarações que fizeram quer o doutor Paulo Rangel, quer o doutor José Pedro Aguiar-Branco - fazer um caminho de unidade e de coesão interna no PSD".
Na declaração de vitória, o novo líder do PSD - eleito com 61,1% - afirmou que conta com os seus adversários das directas "na primeira linha da intervenção política no PSD", sublinhando ainda que espera "um papel muito cooperante" do ainda líder parlamentar Aguiar-Branco na condução da bancada, até que seja escolhida a nova direcção.
Já num recado para fora, Passos Coelho avisou os socialistas que não pretende abrir crises políticas desnecessárias mas garantiu que não andará com o Governo ao colo nem votará contra as suas ideias.
O eurodeputado e candidato derrotado Paulo Rangel prometeu uma "atitude de lealdade" e de colaboração com o "grande projeto social democrata", felicitando Pedro Passos Coelho pela vitória "clara e expressiva" nestas diretas.
Sublinhando ter sido um "privilégio" como experiência política e pessoal ter sido candidato à liderança do PSD, Rangel prometeu colaborar com a nova direção social democrata.
No mesmo tom, Aguiar-Branco apelou à união em torno do partido e do seu novo líder, garantindo que "a campanha acaba aqui, a campanha acaba hoje".
Também o quarto candidato, Castanheira Barros, felicitou Passos Coelho pela sua vitória, sublinhando que este será "o seu presidente".
sexta-feira, 19 de março de 2010
O "Avançar Portugal" do PS deu nisto...

Pela primeira vez, a riqueza produzida em Portugal num ano já não chega para pagar as dívidas externas. Em 2009, o endividamento atingiu 111% do PIB.
O endividamento do país ao exterior continua galopante: no ano passado, mesmo que fosse utilizada toda a riqueza produzida para pagar as dívidas contraídas lá fora, ela não seria suficiente para levar o saldo a zero. A conclusão resulta dos dados divulgados ontem pelo Banco de Portugal.
O défice da posição de investimento internacional de Portugal - um bom indicador para medir a dívida externa do país - atingiu os 111% do PIB em Dezembro de 2009. Já em 2008 o peso das dívidas no total de riqueza produzida tinha ficado muito perto dos 100%, mas esta foi a primeira vez que se ultrapassou esta barreira.
"É o reflexo da fraca competitividade externa: para manter um determinado nível de vida, o valor acrescentado gerado internamente não foi suficiente", segundo Paula Carvalho, economista do BPI.
"O desequilíbrio resulta sobretudo da falta de competitividade da economia portuguesa que se reflecte no défice da balança de transacções correntes", acrescenta José Reis, economista e professor da Universidade de Coimbra.
De acordo com os números, o Estado é o maior responsável pelo desequilíbrio face ao exterior.
No ano passado só em emissão de dívida de longo e de curto prazo (sobretudo obrigações e bilhetes do Tesouro e certificados de aforro) as administrações públicas hipotecaram 56,1% do produto interno bruto (PIB). O total dos passivos públicos atingiu 97,7 mil milhões de euros - mais 11% do que a dívida detida em 2008.
quarta-feira, 17 de março de 2010
“OS JOVENS DIZEM NÃO ÀS PORTAGENS NA A28”

"Chegou a Hora de os Jovens dizerem BASTA!
Chegou o Momento de nos unirmos pela Nossa Região!
O Governo está prestes a tornar pública a sua intenção de introduzir portagens na A28 (antigo IC1). A introdução de portagens na A28 é profundamente prejudicial e injusta para a economia e as populações dos concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Matosinhos ou Porto. Hoje, não existem alternativas a esta via rodoviária estruturante uma vez que a EN13 se encontra num permanente estado lastimável e são manifestamente desadequadas como vias inter-regionais. A adopção de tal medida significaria que haveria uma clara e manifesta regressão no desenvolvimento destes concelhos, fruto das facilidades e acessibilidades que A28, sem custos proporcionou às empresas que ao longo do traçado se implantaram. O congestionamento de tráfego que já provocou inúmeras vítimas, mas nada justifica a introdução de portagens já que as populações têm direito a uma via estruturante, segura e adequada aos tempos modernos.
Assim sendo, solicitamos que, seja mantido o sistema SCUT, na A28… "
Assina aqui esta petição que será entregue a todos os partidos políticos, à Assembleia da República e ao Governo.
Esclarecimento estatutário.
ESTATUTOS NACIONAIS DA JSD
(...)
ARTIGO 4º
(Relações com o PSD)
1. A JSD é a Organização de Juventude do PSD e nele enquadrada política e ideologicamente.
2. A JSD goza de autonomia de organização e funcionamento (...).
(...)
TÍTULO II
DOS MILITANTES
ARTIGO 11º
(Requisitos de Admissão)
1. Podem inscrever-se na JSD os cidadãos portugueses e cidadãos residentes em Portugal, com capacidade legal para o exercício de direitos políticos com idade compreendida entre os 14 e os 30 anos, que livremente desejem prosseguir os fins da JSD (...).
terça-feira, 2 de março de 2010
Conselho Nacional da JSD aprova moção contra a introdução de portagens na A28 e apela à manutenção do regime das SCUT´s
O Conselho Nacional da JSD, reunido em Rio Maior, Distrito de Santarém, aprovou por unanimidade a moção apresentada pelo Conselheiro Nacional de Viana do Castelo contra a introdução de portagens no IC1/A28 e consequente manutenção do actual regime das SCUT´s enquando a actual conjectura económica subsistir.
Segundo o dirigente da JSD José Alfredo Oliveira e deputado à Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho “a opção pelo regime das SCUT pretendia, na altura da sua criação, fomentar a modernização e o crescimento da economia nacional, assim como o aumento da qualidade de vida da população, através da criação de um sistema de mobilidade mais solidário, com mais segurança e menores tempos totais de deslocação não apenas entre as várias regiões minhotas do Porto, Braga e Viana do Castelo mas também com a Galiza.”
“No entanto, hoje, não se verificam atingidos os parâmetros de desenvolvimento sociais e económicos da nossa região previstos na altura da criação deste regime, assim como não há qualquer alternativa rodoviária viável que possibilide a ligação desta região em condições semelhantes, pelo que a introdução de portagens no IC1/A28, neste momento em que o País atravessa uma terrivel crise económica e social, seria altamente prejudicial para o desenvolvimento da nossa região, em particular, Viana do Castelo” refere.
A moção apresentada foi aprovada pela unanimidade dos conselheiros nacionais, tendo ainda sido subscrita pelas Comissões Políticas Distritais da JSD de Braga e do Porto, sendo agora levada à discusão na Assembleia da República pelo Deputados da JSD.
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