segunda-feira, 12 de abril de 2010

Mudar Portugal!


Pedro Passos Coelho quer mexer na Constituição e quer fazê-lo ainda antes das eleições presidenciais. «Por que havemos de esperar se isto é importante? Temos de ter dois terços agora como depois das presidenciais ou em qualquer outro momento, para quê perder mais tempo?», justificou o novo líder dos sociais-democratas. Mas tratou de tranquilizar rapidamente Cavaco Silva. «O equilíbrio de poderes está muito bem como está. Que não seja esse o impedimento para empurrar com a barriga as nossas responsabilidades», pediu.

Entre os objectivos desta revisão estão as alterações ao sistema político («de forma a que os portugueses não votem apenas numa sigla»), o reforço das autonomias regionais, a alteração das nomeações feitas pelo Governo das entidades reguladoras e a despartidarização da administração pública.

Mas também a liberdade de escolha na educação e na saúde: «Não aceitamos que cada Governo nos enfie pela goela abaixo o social que quer», declarou Passos defendendo que «quem paga impostos deve poder escolher a saúde e a educação que quer».

Numa intervenção que durou quase uma hora (57minutos), o sucessor de Ferreira Leite fez da transparência uma bandeira. Neste capítulo referiu-se aos altos salários e às indemnizações dos gestores públicos, arrancando uma das maiores ovações dos congressistas. «Como é que pessoas que são despedidas são capazes de receber mais do que nós ganhamos numa vida inteira?», criticou Passos Coelho.

«A democracia precisa de um código de ética, de um código de conduta e é isso que os portugueses não reconhecem a quem tem estado no Governo», acusou ainda o líder social-democrata.

Para Passos Coelho o mais difícil «começa agora». Mas o homem que se diz feliz também está confiante e pediu aos seus militantes: «Por favor não façam como todos os outros até aqui, não fiquem no bota-abaixo, mas sejam inflexíveis nos vossos valores e estejam próximos das pessoas. Não podemos mudar o país contra o país».

Retirar o Estado da economia foi outra das prioridades elencadas pelo líder do PSD, que desafiou o governo socialista a esclarecer já no PEC quais os sectores que devem ser retirados da sua alçada. «O Estado tem estado a mais na economia e demasiado nas empresas, não tem de ter negócios», argumentou, prometendo que o PSD vai apresentar no Parlamento «uma visão estratégica do que deve ser a retirada do Estado da área económica».

Na área da economia social, Passos sublinhou que a solidariedade «tem dois sentidos». Por isso, quem recebe subsídios do Estado deve retribuir prestando serviços à comunidade, defendeu.

A falta de apoio do Governo às Misericórdias e às ONG´s foi também denunciada pelo novo líder do PSD, que defendeu ainda que, por via do pagamento do subsídio de desemprego, o Estado deve esforçar-se por manter as empresas viáveis. Ou seja, desta forma «gastaremos o mesmo», explicou, mas «manteremos o tecido produtivo pagando aos trabalhadores o subsídio de desemprego para que estes continuem a trabalhar e as empresas se mantenham a funcionar».

Às delegações dos outros partidos presentes no congresso, Passos deixou um recado: «Portugal não precisa de clima de crispação nem conflitualidade artificial, precisa de concertação». Mais, o líder prometeu que este PSD será o partido do diálogo, «não temos as repostas todas, não chegamos ao fim deste congresso com a receita para Portugal». Num recado directo para o PS, representado por Francisco Assis e Edite Estrela, afirmou que «o diálogo não pode ser uma camuflagem para a arrogância. Não podemos ter as conclusões escritas antes de chamarmos os outros».

O CDS foi o partido que se fez representar pela maior delegação presente no congresso, com Nuno Melo, João Almeida, Hélder Amaral, António Carlos Monteiro e Cecília Meireles.

Manuela Ferreira Leite também esteve presente para ouvir o discurso do seu sucessor e recebeu à chegada uma das maiores ovações de todo o congresso, com os delegados todos de pé a gritar ‘PSD’.
(SOL)

sexta-feira, 9 de abril de 2010

XXXIII Congresso Nacional do PSD


Acompanha aqui os trabalhos em directo do XXXIII Congresso do PSD.

São delegados por Ponte da Barca ao congresso os militantes Abílio Silva e Maria Augusta Fernandes, ambos membros do Grupo Municipal do PSD na Assembleia Municipal de Ponte da Barca.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

DESAFIOS: (PARA) UM NOVO PORTUGAL


Vê aqui a Moção que a JSD irá apresentar no XXXIII Congresso Nacional do PSD, a realizar nos dias 9, 10 e 11 de Abril em Cascais.

terça-feira, 30 de março de 2010

DEPUTADOS DA CIM ALTO MINHO APROVAM GRUPO PARA CRIAR “CONSELHO INTERMUNICIPAL DA JUVENTUDE”

A Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho aprovou, por unanimidade na sua primeira reunião, uma proposta apresentada pelo Grupo Intermunicipal do PSD, com vista à criação do primeiro “Conselho Intermunicipal da Juventude da CIM Alto Minho”.

Durante a Assembleia Intermunicipal da CIM Alto Minho, que decorreu na passada segunda-feira em Viana do Castelo, foi apresentada uma proposta para a constituiçao de um grupo de trabalho no seio dos deputados para acompanhar a criação deste mecanismo de ligação da Comunidade Intermunicipal do Minho-Lima aos jovens altominhotos.

Segundo José Alfredo Oliveira, deputado na Assembleia Intermunicipal “a CIM Alto Minho é, sem dúvidas, uma Comunidade Intermunicipal rica por natureza: pelas gentes que representa, pelas tradições que defende e aclama, pela riqueza única da região que representa, pelo que a sua relação com os mais jovens deverá ser reforçada”.

“No entanto a Cim Alto Minho também se destaca por ser uma Comunidade pioneira em muitas e importantes áreas para o desenvolvimento e para o futuro da nossa região, podendo então ser igualmente pioneira no que diz respeito à criação de mecanismos que proporcionem aos jovens minhotos oportunidades de participação nas decisões que lhes dizem respeito, fomentando o exercício de uma cidadania activa e consolidando a própria democracia representativa, afirmando assim a cada vez maior importância da CIM Alto Minho” afirma.

Para o Presidente da JSD Ponte da Barca “a constituição do grupo de trabalho terá por objectivo a criação do “Conselho Intermunicipal de Juventude da CIM Alto Minho”, um órgão supramunicipal de consulta que irá auxiliar a Comunidade no reforço da sua ligação com os jovens do Distrito de Viana e onde possam ser representados, por exemplo, representantes dos Conselhos Municipais de Juventude de cada concelho, os institutos públicos de administração indirecta do Estado, de associações juvenis que prossigam objectivos supramunicipais, as estruturas políticas de juventude do nosso distrito, entre muitas outras que possam dar o seu contributo no reforço da participação cívica e política dos jovens altominhotos na construção de um melhor e maior futuro para a sua região”.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Afirmar Ponte da Barca´10 – Geração de Mudança!


A moção “Afirmar Ponte da Barca´10 – Geração de Mudança” foi a escolhida pelos militantes da JSD Ponte da Barca, tendo José Alfredo Oliveira sido reeleito para mais um mandato à frente da Comissão Política da Juventude Social Democrata de Ponte da Barca. Olga Cerqueira sucede a Osvaldo Gomes para a Presidência da Mesa do Plenário de Ponte da Barca.
No acto eleitoral, que decorreu no último sábado na freguesia de Touvedo S. Lourenço seguido da eleição de Pedro Passos Coelho para Presidente da Comissão Política Nacional do PSD, que ficou marcado por uma grande participação dos militantes inscritos nos cadernos eleitorais, a lista A e lista única, obteve um claro “SIM” à continuação
do trabalho e ao projecto para a JSD e para o futuro do Concelho.

Segundo José Alfredo Oliveira “Há três ideias fundamentais que todos temos presente sempre que falamos da JSD e do futuro de Ponte da Barca: confiança, determinação e, sobretudo, esperança.”

“Confiança, porque desde o primeiro dia em que assumimos os destinos da JSD de Ponte da Barca, entendemos que esta é a verdadeira e a única estrutura política de juventude que representa os jovens de Ponte da Barca. Ouvimos os jovens barquenses, os seus problemas e anseios, mas mais do que isso, sempre demos respostas, nunca deixamos um jovem barquense sem resposta ou solução”.

“Determinação na nossa conduta política. Afirmamos a JSD perante todos como estrutura política de jovens onde todos os dias se afirmam valores tão importantes como a seriedade, credibilidade e, sobretudo, responsabilidade. Numa altura em que todos julgam que a juventude está afastada da classe política, em que os jovens não estão interessados na sua participação cívica, damos cartas na afirmação da JSD enquanto estrutura de jovens que participam na construção de um futuro melhor para o seu concelho, para o nosso concelho. Estamos, sem qualquer dúvida, na linha da frente enquanto jovens que querem afirmar Ponte da Barca como um concelho com futuro, levando a cabo uma oposição séria e construtiva, apresentando propostas e soluções para os problemas que aos mais jovens dizem respeito”.

“Esperança, porque acreditamos no nosso concelho. A JSD é liderante no que respeita à afirmação de Ponte da Barca. Conquistamos o mais importante: o respeito e a confiança dos barquenses, a base de todo e qualquer projecto de futuro, pelo que é determinante para que continuemos o nosso camnho de afirmar a JSD e de afirmar o nosso concelho.”

No entender da equipa que lidera e “Volvido este mandato acreditamos que as palavras que melhor caracterizam a JSD Ponte da Barca são, sobretudo duas: presença e futuro. A JSD esteve, está e estará presente, ao lado dos autarcas do PSD, dos Presidentes de Junta, dos Deputados Municipais e dos seus Vereadores. Está presente nos órgãos de soberania, nomeadamente na Assembleia Municipal e agora, pela primeira vez, na Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Minho Lima, reforçando assim a nossa liderança enquanto estrutura que verdadeiramente representa e defende os interesses e o futuro dos jovens barquenses. Está presente nos mais variados orgãos internos da JSD e do PSD, em concreto, na Assembleia Distrital do PSD de Viana do Castelo, no Conselho Distrital da JSD Alto Minho e no Conselho Nacional da JSD. Mas mais do que isso, está e estará sempre ao lado do jovens de Ponte da Barca e aí continuará a estar, autónoma e irreverente”.

Na agenda da nova Comissão Política está, entre outras, a sede da JSD Ponte da Barca e a criação de um “Conselho Geral”, uma estrutura de consulta da Comissão Política da JSD composta por jovens representantes de todas as freguesias do Concelho, em que o objectivo uma intervenção mais rápida e efizicaz aos problemas que se colocam aos jovens barquenses.

sábado, 27 de março de 2010

Pedro Passos Coelho é o novo Presidente do PSD!


"A minha primeira preocupação vai ser a de unir o PSD e estou convencido de que os resultados inequívocos que estão patentes permitirão com certeza - de acordo, de resto, com as declarações que fizeram quer o doutor Paulo Rangel, quer o doutor José Pedro Aguiar-Branco - fazer um caminho de unidade e de coesão interna no PSD".

Na declaração de vitória, o novo líder do PSD - eleito com 61,1% - afirmou que conta com os seus adversários das directas "na primeira linha da intervenção política no PSD", sublinhando ainda que espera "um papel muito cooperante" do ainda líder parlamentar Aguiar-Branco na condução da bancada, até que seja escolhida a nova direcção.

Já num recado para fora, Passos Coelho avisou os socialistas que não pretende abrir crises políticas desnecessárias mas garantiu que não andará com o Governo ao colo nem votará contra as suas ideias.

O eurodeputado e candidato derrotado Paulo Rangel prometeu uma "atitude de lealdade" e de colaboração com o "grande projeto social democrata", felicitando Pedro Passos Coelho pela vitória "clara e expressiva" nestas diretas.

Sublinhando ter sido um "privilégio" como experiência política e pessoal ter sido candidato à liderança do PSD, Rangel prometeu colaborar com a nova direção social democrata.

No mesmo tom, Aguiar-Branco apelou à união em torno do partido e do seu novo líder, garantindo que "a campanha acaba aqui, a campanha acaba hoje".

Também o quarto candidato, Castanheira Barros, felicitou Passos Coelho pela sua vitória, sublinhando que este será "o seu presidente".

sexta-feira, 19 de março de 2010

O "Avançar Portugal" do PS deu nisto...

Pela primeira vez, a riqueza produzida em Portugal num ano já não chega para pagar as dívidas externas. Em 2009, o endividamento atingiu 111% do PIB.

O endividamento do país ao exterior continua galopante: no ano passado, mesmo que fosse utilizada toda a riqueza produzida para pagar as dívidas contraídas lá fora, ela não seria suficiente para levar o saldo a zero. A conclusão resulta dos dados divulgados ontem pelo Banco de Portugal.

O défice da posição de investimento internacional de Portugal - um bom indicador para medir a dívida externa do país - atingiu os 111% do PIB em Dezembro de 2009. Já em 2008 o peso das dívidas no total de riqueza produzida tinha ficado muito perto dos 100%, mas esta foi a primeira vez que se ultrapassou esta barreira.

"É o reflexo da fraca competitividade externa: para manter um determinado nível de vida, o valor acrescentado gerado internamente não foi suficiente", segundo Paula Carvalho, economista do BPI.

"O desequilíbrio resulta sobretudo da falta de competitividade da economia portuguesa que se reflecte no défice da balança de transacções correntes", acrescenta José Reis, economista e professor da Universidade de Coimbra.

De acordo com os números, o Estado é o maior responsável pelo desequilíbrio face ao exterior.

No ano passado só em emissão de dívida de longo e de curto prazo (sobretudo obrigações e bilhetes do Tesouro e certificados de aforro) as administrações públicas hipotecaram 56,1% do produto interno bruto (PIB). O total dos passivos públicos atingiu 97,7 mil milhões de euros - mais 11% do que a dívida detida em 2008.

quarta-feira, 17 de março de 2010

“OS JOVENS DIZEM NÃO ÀS PORTAGENS NA A28” 




"Chegou a Hora de os Jovens dizerem BASTA! 



Chegou o Momento de nos unirmos pela Nossa Região! 



O Governo está prestes a tornar pública a sua intenção de introduzir portagens na A28 (antigo IC1). A introdução de portagens na A28 é profundamente prejudicial e injusta para a economia e as populações dos concelhos de Viana do Castelo, Ponte de Lima, Esposende, Póvoa de Varzim, Vila do Conde, Matosinhos ou Porto. Hoje, não existem alternativas a esta via rodoviária estruturante uma vez que a EN13 se encontra num permanente estado lastimável e são manifestamente desadequadas como vias inter-regionais. A adopção de tal medida significaria que haveria uma clara e manifesta regressão no desenvolvimento destes concelhos, fruto das facilidades e acessibilidades que A28, sem custos proporcionou às empresas que ao longo do traçado se implantaram. O congestionamento de tráfego que já provocou inúmeras vítimas, mas nada justifica a introdução de portagens já que as populações têm direito a uma via estruturante, segura e adequada aos tempos modernos. 



Assim sendo, solicitamos que, seja mantido o sistema SCUT, na A28… "

Assina aqui esta petição que será entregue a todos os partidos políticos, à Assembleia da República e ao Governo.

Esclarecimento estatutário.

ESTATUTOS NACIONAIS DA JSD


(...)


ARTIGO 4º

(Relações com o PSD)


1. A JSD é a Organização de Juventude do PSD e nele enquadrada política e ideologicamente.

2. A JSD goza de autonomia de organização e funcionamento (...).


(...)


TÍTULO II

DOS MILITANTES


ARTIGO 11º

(Requisitos de Admissão)


1. Podem inscrever-se na JSD os cidadãos portugueses e cidadãos residentes em Portugal, com capacidade legal para o exercício de direitos políticos com idade compreendida entre os 14 e os 30 anos, que livremente desejem prosseguir os fins da JSD (...).