sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Palhaços à força...vergonha(123...)

Os professores do Agrupamento de Escolas de Paredes de Coura participam e colaboram, sexta-feira, no desfile de Carnaval dos alunos, mas..."Vamos contrariados e desmoralizados mas vamos, porque fomos obrigados a ir por uma determinação da directora regional", afirmou Cecília Terleira, presidente do Conselho Executivo.

Os professores daquele agrupamento tinham decidido, em Conselho Pedagógico, cancelar o desfile de Carnaval, alegando falta de tempo para o preparar, queixando-se que estão "atafulhados" de trabalho, com os processos de eleição do Conselho Geral e do director do Agrupamento, as provas assistidas e a avaliação do desempenho, e ainda as provas de aferição e exames nacionais.

Na terça-feira, por e-mail, a directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, determinou a realização do desfile: "Determino o cumprimento das actividades com os alunos previstas para esta época".

Margarida Moreira lembra que as actividades de Carnaval fazem parte do Projecto Educativo e do Plano de Actividades do Agrupamento e sublinha a sua importância para a escola "cumprir a sua missão de processos de socialização e de aprendizagem para os alunos".

Na quarta-feira e hoje, responsáveis da Direcção Regional de Educação deslocaram-se ao agrupamento para tentar "convencer" os professores a realizarem o desfile, o que só hoje seria conseguido, ao final da tarde.

"Os professores preferiram ceder do que colocar em causa o meu lugar de presidente do Conselho Executivo. Por isso, embora completamente contrariados, vamos todos 'festejar' o Carnaval", disse ainda Cecília Terleira.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

3ª Universidade Europa

Vai realizar-se na Curia a 20, 21 e 22 de Março a 3ª Universidade Europa.

O processo de candidaturas encerra na próxima sexta-feira. Podes ver como foi a 1ª edição, ver a carta-convite, o programa com os temas e fazer o download da Ficha de Candidatura ou candidatares-te online aqui.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

"Escondidos nas becas...?", responde Pedro Silva Pereira

Paulo Rangel, Presidente da Bancada Parlamentar do PSD na AR, justificou o requerimento com o facto de se tratar de uma «matéria extremamente delicada e grave», que deve ser esclarecida pelo ministro e não pelo secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, acrescentando que as declarações prestadas por Jorge Lacão «não esclareceram nada».

Segundo o jornal Público, a situação foi criada depois de o director-geral dos Serviços de Informações Estratégicas de Defesa (SIED), Jorge Silva Carvalho, ter feito um pedido «não classificado», em Agosto de 2008, à Presidência do Conselho de Ministros de cartões de livre-trânsito para todos os dirigentes daquela «secreta».

Para Paulo Rangel, desde os livres-trânsito ao facto de um serviço de informações ter pedido à Presidência do Conselho de Ministros «uma coisa que a Presidência do Conselho não lhe podia dar», por não ser a entidade própria, algo que deveria ser do conhecimento dos serviços de informação.

Por isso mesmo, o PSD também vai questionar o Conselho de Fiscalização do SIRP, presidido pelo deputado Marques Junior, e se este não der esclarecimentos suficientes os sociais-democratas admitem chamar o director do SIRP.

A ver vamos...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Façamos de Conta...*

"Façamos de conta que nada aconteceu no Freeport. Que não houve invulgaridades no processo de licenciamento e que despachos ministeriais a três dias do fim de um governo são coisa normal. Que não houve tios e primos a falar para sobrinhas e sobrinhos e a referir montantes de milhões (contos, libras, euros?). Façamos de conta que a Universidade que licenciou José Sócrates não está fechada no meio de um caso de polícia com arguidos e tudo.Façamos de conta que José Sócrates sabe mesmo falar Inglês. Façamos de conta que é de aceitar a tese do professor Freitas do Amaral de que, pelo que sabe, no Freeport está tudo bem e é em termos quid juris irrepreensível. Façamos de conta que aceitamos o mestrado em Gestão com que na mesma entrevista Freitas do Amaral distinguiu o primeiro-ministro e façamos de conta que não é absurdo colocá-lo numa das "melhores posições no Mundo" para enfrentar a crise devido aos prodígios académicos que Freitas do Amaral lhe reconheceu. Façamos de conta que, como o afirma o professor Correia de Campos, tudo isto não passa de uma invenção dos média. Façamos de conta que o "Magalhães" é a sério e que nunca houve alunos/figurantes contratados para encenar acções de propaganda do Governo sobre a educação. Façamos de conta que a OCDE se pronunciou sobre a educação em Portugal considerando-a do melhor que há no Mundo. Façamos de conta que Jorge Coelho nunca disse que "quem se mete com o PS leva". Façamos de conta que Augusto Santos Silva nunca disse que do que gostava mesmo era de "malhar na Direita" (acho que Klaus Barbie disse o mesmo da Esquerda). Façamos de conta que o director do Sol não declarou que teve pressões e ameaças de represálias económicas se publicasse reportagens sobre o Freeport. Façamos de conta que o ministro da Presidência Pedro Silva Pereira não me telefonou a tentar saber por "onde é que eu ia começar" a entrevista que lhe fiz sobre o Freeport e não me voltou a telefonar pouco antes da entrevista a dizer que queria ser tratado por ministro e sem confianças de natureza pessoal. Façamos de conta que Edmundo Pedro não está preocupado com a "falta de liberdade". E Manuel Alegre também. Façamos de conta que não é infinitamente ridículo e perverso comparar o Caso Freeport ao Caso Dreyfus. Façamos de conta que não aconteceu nada com o professor Charrua e que não houve indagações da Polícia antes de manifestações legais de professores. Façamos de conta que é normal a sequência de entrevistas do Ministério Público e são normais e de boa prática democrática as declarações do procurador-geral da República. Façamos de conta que não há SIS. Façamos de conta que o presidente da República não chamou o PGR sobre o Freeport e quando disse que isto era assunto de Estado não queria dizer nada disso. Façamos de conta que esta democracia está a funcionar e votemos. Votemos, já que temos a valsa começada, e o nada há-de acabar-se como todas as coisas. Votemos Chaves, Mugabe, Castro, Eduardo dos Santos, Kabila ou o que quer que seja. Votemos por unanimidade porque de facto não interessa. A continuar assim, é só a fazer de conta que votamos."

*Mário Crespo, Jornalista

domingo, 8 de fevereiro de 2009

2 anos de silêncio

Manuel Bento Cerqueira Dias ou conhecido como Manuel Parada (pseudónimo) foi um dos criadores da melhor poesia popular do Alto Minho. "Pegadas do Meu Caminho" foi o seu único livro, embora tenha um vasto conjunto de poemas reunidos em diversas obras.
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Foi também correspondente dos jornais Diário do Norte, Diário Popular e Jornal de Notícias.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

"Mais e melhor Região..."

O Valimar Digital é um dos mais ambiciosos projectos da Comunidade Urbana Valimar (Valimar ComUrb), quer pela sua importância a nível regional, quer pelos objectivos que norteiam a sua realização.

Ao candidatar o Valimar Digital ao Programa Operacional da Sociedade do Conhecimento - Medida Cidades e Regiões Digitais, a Comunidade Urbana encetou um novo rumo e alargou-se a novos desafios.

O aumento da competitividade da região, através da disseminação da Sociedade da Informação e do Conhecimento, afigura-se como uma das premissas da Valimar ComUrb para um futuro próximo.

Inserido, por isso numa lógica de aumento de competitividade, o Valimar Digital encerra igualmente um conjunto de especificidades que o distinguem dos demais projectos. Desde logo, porque é uma iniciativa global constituída por um conjunto de sub-projectos de igual importância e porque inclui um conjunto de parcerias com diversas entidades púbicas e privadas da região, além dos seis municípios que compõem a Valimar ComUrb.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Justiça aos nossos emigrantes

O Presidente da República vetou hoje a alteração à Lei Eleitoral que punha fim ao voto por correspondência dos emigrantes, proposta e aprovada pelo Partido Socialista, argumentando que a proposta iria promover a abstenção eleitoral.

"A alteração agora proposta iria promover a abstenção eleitoral, como foi salientado pelo Conselho Permanente das Comunidades Portuguesas, que chamou a atenção para as dificuldades inerentes ao exercício do voto presencial, o qual obrigaria milhares de pessoas a percorrerem centenas ou milhares de quilómetros para exercerem um direito fundamental", lê-se numa nota da Presidência da República.

Desta forma, é ainda referido na nota, por considerar que não existem motivos para a alteração proposta, e que, "ao invés, constitui um imperativo nacional combater a abstenção eleitoral e promover a ligação dos cidadãos emigrantes a Portugal", o chefe de Estado não promulgou o diploma.

Será um sinal de que os nossos emigrantes (1 049 500 de portugueses a viver fora!) estão descontentes da governação do Partido Socialista e que, por essa razão o PS venha «limitar» o exercício do direito de voto a quem não possa estar em Portugal?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Por uma Nova Política

A Juventude Social Democrata pretende abrir-se cada vez mais à participação e intervenção política dos jovens portugueses, sejam ou não militantes ou simpatizantes do Partido Social Democrata.
Acreditamos que a democracia e as nossas propostas serão muito melhores se contarem com a contribuição de mais e mais jovens interessados! Achamos que é tempo de a Política e as políticas serem feitas por todos, serem a voz dos jovens portugueses!

É tempo de a Política ser tua, e feita por ti! Para estimular esse gosto pela participação na Política, a JSD quer dar a oportunidade a um grupo de jovens portugueses de se envolverem no processo de produção política de uma das maiores organizações partidárias portuguesas.

Os Voluntários e Estagiários escolhidos neste Programa terão a oportunidade de estar no coração da actividade política portuguesa, de contactar e conhecer vários dos principais dirigentes políticos, económicos e sociais de Portugal, de analisar e discutir os principais assuntos do País, de fazer propostas e denunciar casos que serão ouvidos nacionalmente.

Se decidires participar e fores escolhido terás uma oportunidade real de fazeres a Política portuguesa.

domingo, 25 de janeiro de 2009

A Força da JSD!

A Presidente do PSD sublinhou, este sábado, durante um mega almoço com a Juventude Social Democrata que, «se pensarmos como estávamos quando este Governo tomou posse, concluímos que estamos, agora, pior em todos os indicadores, não melhorámos em nenhum, e mesmo o défice orçamental, até esse, coitado, já se esfumou e por muito tempo».

Manuela Ferreira Leite disse que «não ganhámos nada com este governo socialista, só perdemos», mas frisou que «não se pode considerar a situação como uma fatalidade para o país».

«Não é verdade que não haja outro caminho», acentuou a líder do PSD frisando que, se é verdade que o país está a empobrecer, e se está a endividar isso não quer dizer que tal seja uma fatalidade».

Segundo Manuela Ferreira Leite, «esta situação é resultado de políticas erradas», por isso afirmou que «há outros caminhos e são que o PSD tem de propor aos portugueses».

Para a líder do PSD, Portugal não pode continuar com um Governo como o do engenheiro José Sócrates que diz que temos de continuar assim, ou seja, «se estamos pior não podemos mantermo-nos com a mesma política».

Manuela Ferreira Leite referiu ainda que há outro ponto em que o PSD se distingue do Partido Socialista, o da confiança: «a crise que assola o país e o mundo é, de uma forma geral, uma crise confiança, e esta não se recupera enganando os portugueses».

Considerou que, por isso, que «o lema do PSD é o de falar verdade para recuperar a confiança dos portugueses, o que não significa estar permanentemente a apontar aquilo que é mau».
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No almoço pomovido pea JSD Distrital de Braga, além de mais de 300 militantes da JSD, participou o presidente da Distrital de Braga do partido, Virgílio Costa, o Pesidente da Câmara de Vila Verde, José Manuel Fernandes e vários Deputados eleitos por Braga.

A Comissão Política da JSD Ponte da Barca marcou também presença nesta enorme iniciativa, na pessoa de vários dos seus elementos, manifestando assim o apoio unânime ao projecto social democrata apresentado para o País.